Os teus lábios profanaram o templo.
As tuas mãos rasgaram os véus.
O teu falo violentou nosso espaço sagrado.
Triste a lagarta,
que no desespero da escura solidão do casulo,
o rompe prematuramente,
para nunca mais
virar borboleta.
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Lindo isso da lagarta!
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